Cultura do Cuidado
O Colégio Santo Inácio tem como compromisso institucional a Cultura do Cuidado, ou seja, a promoção de um ambiente escolar saudável e seguro para crianças, jovens e adultos, fomentando a dignidade humana, o respeito às diferenças e a prevenção de violências.
O termo Cultura do Cuidado - que, nos últimos anos, vem ganhando espaço e significado ampliado na Igreja - foi inicialmente empregado pelo Papa Francisco na Encíclica Laudato Sí: “o amor social impele-nos a pensar em grandes estratégias que detenham eficazmente a degradação ambiental e incentivem uma cultura do cuidado que permeie toda a sociedade” (n. 231).
O CSI tem, em sua essência, a missão de cuidar. Ao longo de nossa caminhada, não apenas cuidamos, mas ensinamos o cuidado: com o próximo, consigo e com o mundo. Valorizamos as relações, o respeito e a dignidade humana, crendo que amor, acolhimento e responsabilidade são pilares para uma vida mais justa e saudável.
Cultura do Cuidado na prática
Formação integral de estudantes
Projetos como Abrindo o Coração, Mentoria, Projeto de Vida, Grupos de Liderança e atividades de orientação profissional.
Formação para famílias
Promoção de palestras, encontros e lives formativas para pais e responsáveis.
Formação de colaboradores
Ações direcionadas para o aprimoramento contínuo e especialização dos nossos colaboradores.
Políticas de proteção e conduta
Adoção e prática da Política de Proteção a Crianças e Adolescentes do CSI e do Código de Ética, Conduta e Cuidado.
Compliance
Constante aperfeiçoamento do modelo de governança e das práticas de gestão de ética e compliance do nosso Colégio.
Formação Cristã
Iniciativas como voluntariado, retiros e programas voltados para colaboradores, famílias e antigos alunos.
Justiça social
Apoio a instituições sociais, eventos beneficentes e campanhas solidárias.
Práticas de diálogo
Práticas que visam à escuta ativa e ao fortalecimento da comunidade (estudantes, famílias, colaboradores e antigos alunos).
“Toda a pessoa humana é fim em si mesma, e nunca um mero instrumento a ser avaliado apenas pela sua utilidade: foi criada para viver em conjunto na família, na comunidade, na sociedade, onde todos os membros são iguais em dignidade. E desta dignidade derivam os direitos humanos, bem como os deveres, que recordam, por exemplo, a responsabilidade de acolher e socorrer os pobres, os doentes, os marginalizados, o nosso «próximo, vizinho ou distante no espaço e no tempo”.
Papa Francisco